Confiando na alegria
setembro 30, 2009 por Adilson Costa
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No tempo do Buda vivia uma velha mendiga chamada Confiando na Alegria. Ela observava os reis, príncipes e o povo em geral fazendo oferendas ao Buda e a seus discípulos, e não havia nada que quisesse mais do que poder fazer o mesmo. Saiu então pedindo esmolas, mas, no fim do dia não havia conseguido mais do que uma moedinha. Levou a moedinha ao mercado para tentar trocá-la por algum óleo, mas o vendedor lhe disse que aquilo não dava para comprar nada. Mas quando o vendedor soube que ela queria fazer uma oferenda ao Buda, cheio de pena, deu-lhe o óleo. A mendiga foi para o mosteiro e acendeu a lâmpada. Colocou-a diante do Buda e fez o seguinte pedido:
“ nada tenho a oferecer senão esta pequena lâmpada. Mas, com esta oferenda, possa eu no futuro ser abençoada com a Lâmpada da Sabedoria. Possa eu libertar todos os seres das suas trevas, purificar todos os seus obscurecimentos e levá-los à Iluminação”.
Durante a noite, o óleo de todas as lâmpadas havia acabado, mas a lâmpada da mendiga ainda queimava na alvorada, quando um discípulo chegou para recolher as lâmpadas. Ao ver aquela única lâmpada ainda brilhando, cheia de óleo e com pavio novo, pensou: “Não há razão para que essa lâmpada continue ainda queimando durante o dia” e tentou apagar a chama com os dedos, mas foi inútil. Tentou abafá-la com suas vestes, mas ela ainda ardia. O Buda, que o observava há algum tempo, disse:
— Maudgalyayana: você quer apagar essa lâmpada? Não vai conseguir. Não conseguiria nem movê-la daí, que dirá apagá-la. Se jogasse nela toda a água dos oceanos, ainda assim não adiantaria. A água de todos os rios e lagos do mundo não poderia extinguir esta chama.
- Por que não? – Perguntou o discípulo de Buda.
- Porque ela foi oferecida com devoção e com pureza de coração e de mente. Essa motivação produziu um enorme benefício.
Quando o Buda terminou de falar, a mendiga se aproximou e ele profetizou que no futuro ela se tornaria um Perfeito Buda e seria conhecido como Luz da Lâmpada
Histórias Budistas
Em Busca da Perfeição
setembro 30, 2009 por Adilson Costa
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Essa Jornada Comecei
Quando não tinha rugas
Muitas lagrimas derramei
E gastei minhas balugas.
Era moço ainda
Quando comecei a procurar
(A Mulher perfeita
Que fosse direita
Que não houvesse suspeita)
Dura missão fui começar.
Inúmeras conheci
De várias maneiras
De várias cores
De várias idades
De várias idéias
De vários gostos
De muitas besteiras
De vários odores
De muitas maldades
Algumas loucas
Algumas lúcidas
Algumas safadas
Algumas taradas
Mesmo assim nada de completo
Uma busca interminável
De energia sentia-me locupleto
Pois sou incansável
Anos e anos se passaram
A mulher perfeita passou por mim
Eu simplesmente não reconheci
Pois minha mente me enganou…
Não existe perfeição…
Somos imperfeitos…
Não existe Amor eterno…
Um de nós vai morrer….
Vivamos intensamente…
Lágrimas vamos chorar
No riso vamos sorrir
O importante é amar
O importante é sentir
Busquei a perfeição
Foi uma atitude imperfeita
Encontrei a solidão
Aprendi com o calor da maleita
Eu sou imperfeito
Com o tempo e os tombos aprendi
Dos tombos! Dei um jeito
O tempo passou e morri
Não deixe o tempo passar voando
Segure firme mesmo sendo imperfeito
Ame por um dia, por uma hora ou ame chorando
Poderá ser o melhor a ser feito
Hoje só tenho minha alma
Tenho saudades das várias canetas
Das linhas escritas com calma
Pois somente elas foram perfeitas
Por: Adilson Costa
Verdade ou Mentira?
setembro 30, 2009 por Adilson Costa
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É verdade?
Claro que é mentira!
A verdade nos inspira a mentir
A mentira nos impõe o sorrir
É mentira?
Claro que é verdade!
O sentido não faz sentido.
Nascer sem ter morrido.
É verdade?
Claro que é mentira!
Acordar sem ter dormido.
E falar sem ser ouvido.
É mentira?
Claro que é verdade!
Andar desprotegido Sem ter receio do bandido.
É verdade?
Claro que é mentira! Correr livre do pecado.
Fazer o certo sendo errado.
É mentira?
Claro que é verdade!
Você é capaz de tudo.
Mas, creia eu te iludo.
Se é verdade ou mentira
Pouco nos importa
A verdade é falsa
Quando a mentira é verdadeira
A mentira é verdade
Quando a verdade é besteira
Por: Adilson Costa
O Homem do Caminho
setembro 30, 2009 por Adilson Costa
Arquivado em Destaques, Poesias

Distante ou perto
Esqueci onde estava
Mas recordo-me ao certo
O que o referido Homem falava
Perguntou a mim
“O que fazes neste local?”.
Eu respondo tremendo assim
“Estou perdido, o que é isso um tabocal?”.
A resposta foi firme
“Não, mas é algo a considerar”.
“São pessoas esperando que eu confirme”.
“Se poderão à terra um dia retornar”.
Estavam lado a lado
Juntas creio para se aquecer
Todos pareciam estar galeados.
Aguardando talvez,
a hora certa de morrer.
Então percebi
Que local estranho onde estou
Será o céu ou o inferno isso aqui?
Mas, aquele receio muito me abastou.
Este homem Olhava-me com olhos serenos
E dizia em tom firme e alto
“Não se lastimem”.
Vocês ainda são meus queridos pequenos
Essa voz me acalmou
Quando mais perto ela ficava
No meu ouvido baixinho ele assim falou
Volte filho,
continue a poesia de onde você estava.
Por: Adilson Costa 12/05/2006 11:56
Viva mais e Espere Menos
setembro 29, 2009 por Adilson Costa
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Você está feliz agora?
Você é feliz hoje?
Não espere o amanhã para ser feliz,
sorria e contagie as pessoas à sua volta,
não espere o sol sair para ir à praia,
o mar sempre estará lá, lindo a te esperar
não espere uma data especial para comemorar algo,
hoje é um dia especial, comemore a vida, motive-se sem
razão aparente e verá que tem mais razões para ser feliz do
que você pode imaginar.
Lembre-se do ontem, mas não carregue suas magoas, elas
tem um enorme peso sobre seu futuro.
Seu futuro?
Depende única e exclusivamente de como você está hoje,
viva feliz agora e você terá um amanhã com muito mais
felicidade.
Não espere pelas pessoas,
levante-se, seja humilde e vá até elas.
Não espere milagres acontecerem do nada,
milagres são frutos das suas ações que irão transformar suas emoções,
levante-se e motive-se que os milagres estão te esperando.
Espere menos.
Viva mais e diga a você mesmo(a) todos os dias:
“Eu Mereço ser feliz”
Beijo no coração de todos vocês.
Por: Adilson Costa
Lição de Vida – Mãe com filho paralítico
setembro 29, 2009 por Adilson Costa
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Deus Nunca erra
setembro 29, 2009 por Adilson Costa
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Pela transcrição: Gerson Rissi
Há muito tempo, num Reino distante, havia um Rei que não acreditava na bondade de Deus. Tinha, porém, um súdito que sempre lhe lembrava dessa verdade. Em todas situações dizia: “Meu Rei, não desanime, porque Tudo que Deus faz é Perfeito. Ele Nunca erra!”
Um dia, o Rei saiu para caçar juntamente com seu súdito, e uma fera da floresta atacou o Rei. O súdito conseguiu matar o animal, porém não evitou que sua Majestade perdesse o dedo mínimo da mão direita. O Rei, furioso pelo que havia acontecido, e sem mostrar agradecimento por ter sua vida salva pelos esforços de seu servo, perguntou a este:
“E agora, o que você me diz? Deus é bom? Se Deus fosse bom eu não teria sido atacado, e não teria perdido o meu dedo.”
O servo respondeu:
“Meu Rei, apesar de todas essas coisas, somente posso dizer-lhe que Deus é bom, e que mesmo isso, perder um dedo, é para seu bem! Tudo que Deus faz é Perfeito. Ele Nunca erra!!!”
O Rei, indignado com a resposta do súdito, mandou que fosse preso na cela mais escura e mais fétida do calabouço. Após algum tempo, o Rei saiu novamente para caçar e aconteceu dele ser atacado, desta vez por uma tribo de índios que vivia na selva. Estes índios eram temidos por todos, pois sabia-se que faziam sacrifícios humanos para seus deuses.
Mal prenderam o Rei, passaram a preparar, cheios de júbilo, o ritual do sacrifício. Quando já estava tudo pronto, e o Rei já estava diante do altar, o sacerdote indígena, ao examinar a vitima, observou furioso:
“Este homem não pode ser sacrificado, pois é defeituoso! Falta-lhe um dedo!”
E o Rei foi libertado. Ao voltar para o palácio, muito alegre e aliviado, libertou seu súdito e pediu que viesse em sua presença. Ao ver o servo, abraçou-o afetuosamente dizendo-lhe:
“Meu caro, Deus foi realmente bom comigo! Você já deve estar sabendo que escapei da morte justamente porque não tinha um dos dedos. Mas ainda tenho em meu coração uma grande duvida: Se Deus é tão bom, por que permitiu que você fosse preso da maneira como foi? Logo você, que tanto o defendeu!?”
O servo sorriu e disse:
“Meu Rei, se eu estivesse junto contigo nessa caçada, certamente seria sacrificado em teu lugar, pois não me falta dedo algum! Portanto, lembre-se sempre: TUDO O QUE DEUS FAZ É PERFEITO. ELE NUNCA ERRA!”
Qual sua Verdadeira Idade?
setembro 29, 2009 por Adilson Costa
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A idade não deve ser uma soma de dias,
deve ser uma soma de momentos bons e ruins,
não envelhecemos com os anos,
envelhecemos ao não aproveitarmos nosso momentos.
Não queira que os anos passem rápido,
pois a única coisa que não tem recuperação é o tempo.
Aproveite sua idade, curta sua vida ao meu lado.
Vida intensamente, ame e sinta.
Não espere os anos passarem,
não espere vir os seus trinta.
Tua alma é madura,
teu espírito é jovem,
teu corpo de mulher,
seu olhar de esmeralda,
és uma jóia que foi deixada de lado,
estava sem brilho, sem carinho, sem amor.
Hoje bilhas,
hoje amas,
hoje é mais que ontem.
Não ligue para a idade,
sinta-se na idade que quiser,
pois tu és mulher,
mulher “FORTE”,
que supera e resiste,
nossa febre é o sinal que precisávamos,
é o sinal que nos diz o grau do Amor.
Qual sua verdadeira idade?
Tens a idade da moça,
a idade da loba,
tens a idade que o tempo não consegue explicar,
sua idade está em seu espírito,
sinta-se jovem, sinta-se mais,
enquanto permaneceres jovem em sua alma,
nunca ficarás velha.
Tu tens a idade que preciso.
Por: Adilson Costa
Eu e o Riacho
setembro 29, 2009 por Adilson Costa
Arquivado em Destaques, Poesias, Reflita Comigo
Nasce a água da terra, limpa cristalina
Nasce no topo da serra, pura e alcalina
Desce sua ladeira
Vai crescendo
Arrastando
Quebrando
Não teme os obstáculos e vai
Passa sobre tudo e cresce
Fica grande, não tem medo
Esquece o topo da serra
Aquela que tinha gosto de terra
Terra pura, terra limpa em meio ao arvoredo.
Aumenta a velocidade, corre e vai descendo
Agora tens gosto de lixo, sujo e contaminado
Tu és grande, percebemos ao te olhar.
Achas que pode, mas não pode!
Outro maior vai te derrotar
Somos como essa nascente
Nascemos com uma missão
Crescemos e misturamos à tanta gente
Gente boa e também sem coração.
Tantos dejetos,
Tantos venenos,
Tantos desafetos,
Não crescemos,
Nós inchamos,
E somos ainda mais pequenos.
Gostaria de ainda estar na serra,
sentindo o gosto da terra,
sem me preocupar com meus ais
Hoje só vejo guerra,
A gente muito mais erra,
Ao tentar encontrar a Paz.
O riacho vai encontrar o que merece
Quando a ladeira terminar,
Aos poucos ele desaparece.
Será engolido pelo Mar.
Por: Adilson Costa
Romantismo
setembro 29, 2009 por Adilson Costa
Arquivado em Destaques, Poesias
Os homens perderam a maestria,
o tato, o jeito de lidar com a mulher
Se perderam no passado quem diria
Hoje simplesmente venha o que vier
Onde está a pureza?
A magia de outrora?
deve ter sido consumida pela incerteza
pelo pouco tato do agora.
Não se abre uma champagne para brindar.
Não se sente a pele do outro,
é mais fácil se embriagar,
é mais simples de esquecer,
é mais triste não se ver no
espelho da verdade.
Sou da antiga,
sou quadrado que seja,
adoro brindar,
adoro sentir a pele,
adoro arrepiar-me e arrepiar
sou assim dessa forma,
uma louco controlado,
não sei se ao te conhecer,
continuarei aprumado.
Que DELICIA escrever sobre o arrepio
Imaginar-me no alto da catedral
os sinos tocam, um beijo, um calafrio
e sentir na pele o sinal,
os pelos se esticam
as costas tremem de frio,
mas o calor transborda,
e o tesão jorra como um rio.
Sou assim falo o que penso
sinto o que falo.
Sei lá sou assim, meio sem compasso
não sou exigente,
quero te tratar como gente
não precisa de unhas feitas,
não precisa de escova no salão.
precisa de alma limpa,
de sentir o coração,
precisa estar de bem contigo,
terás em mim o melhor amigo,
o melhor psicólogo,
o melhor conselheiro,
o melhor amante,
não te darei muito,
não te cobrarei nada
mas me esforçarei prometo.
Não me prolongarei,
vou aqui terminando,
ansioso, muito ansioso por te encontrar.
Subirei as escadas sozinho,
mas quero descer com você…
Sou assim não quero perder a maestria
quero sempre sentir desejo, nunca machismo.
Quero sempre que sorria,
e enquanto sorrires não perderei o ROMANTISMO
Autor: Adilson Costa










