Amei, Amo e sempre Amarei


Amei a ti como o último suspiro de um moribundo,
amei como um fogo de um vulcão em erupção,
dei a ti minha essência, minha vida, meu mundo,
entornei em sua vida todas as minhas qualidades,
me prostrei em seus pés como um escravo,
participei de seus sonhos, suas angustias e suas dores,
te conduzi ao sorrir, ao sonhar,
sonhei seus sonhos, chorei suas lágrimas, sorri teus sorrisos,
repartimos nossas fantasias, nossos desejos,
mesmo no calor tremíamos juntos de paixão,
mesmo nos momentos difíceis lhe dava minhas mãos,
hoje estou só, vivo só, ando só,
minhas noites são frias,
mas é um frio de solidão,
hoje eu tremo,
mas tremo de medo.
Amei a ti mais que a mim mesmo,
errei mais de uma vez,
sou culpado e entendo que mereço minha punição,
escreva em seu coração,
que te Amei ontem,
te Amo hoje,
e te Amarei para sempre.

Autor: Adilson Costa

O espelho do Desprezo


Imponha suas regras,
coloque suas próprias leis,
sinta-se a dona do mundo,
apague meus sonhos,
mas não adianta me pisar,
o desprezo é um espelho,
onde o reflexo é a faca
que se encrava em seu peito.

Outrora terás a chance de pisar em meus dedos,
de passares sobre o pontilhão das lembranças,
e lá poderá me ver maltrapilho acolhido sobre
a sombra do desprezo e do arrependimento,
um moribundo atirado ao relento.
Se tiveres ainda um suspiro de lembrança,
poderá então escolher entre pisar
em meu corpo castigado pela indecisão,
ou dar-me o acolhimento da compaixão,
onde pedireis de joelhos que me
deixe ter a chance de curar as feridas do desprezo,
a única promessa a ser feita é a de que não prometerei
nada.
Simplesmente te darei o melhor de MIM como fiz até hoje.

Auto: Adilson Costa

As sete maravilhas do mundo


Um grupo de estudantes estudava as sete maravilhas do mundo. No final da aula, foi pedido aos estudantes que fizessem uma lista do que consideravam as sete maravilhas. Embora houvesse algum desacordo, começaram os votos:

1) O Taj Mahal

2) A Muralha da China

3) O Canal do Panamá

4) As pirâmides do Egito

5) O Grand Canyon

6) O Empire State Building

7) A Basília de São Pedro

Ao recolher os votos, o professor notou uma estudante muito quieta. A menina não tinha virado sua folha ainda. O professor então perguntou a ela se tinha problemas com sua lista. A menina quieta respondeu:

- Sim, um pouco. Eu não consigo fazer a lista, porque são muitos.

O professor disse:

- Bem, diga-nos o que você já tem e talvez nós possamos ajudá-la.

A menina hesitou, então leu:

- Eu penso que as sete maravilhas do mundo sejam:

1 – Ver

2 – Ouvir

3 – Tocar

4 – Provar

5 – Sentir

6 – Rir

7 – E amar …

A sala então ficou completamente em silêncio…

Autor: desconhecido

A VERDADE E A PARÁBOLA (CONTO JUDAICO)


Um dia, a Verdade decidiu visitar os homens, sem roupas e sem adornos, tão nua como seu próprio nome.

E todos que a viam lhe viravam as costas de vergonha ou de medo, e ninguém lhe dava as boas-vindas.

Assim, a Verdade percorria os confins da Terra, criticada, rejeitada e desprezada.

Uma tarde, muito desconsolada e triste, encontrou a Parábola, que passeava alegremente, trajando um belo vestido e muito elegante.

— Verdade, por que você está tão abatida? — perguntou a Parábola.

— Porque devo ser muito feia e antipática, já que os homens me evitam tanto! — respondeu a amargurada Parábola.

— Que disparate! — Sorriu a Parábola. — Não é por isso que os homens evitam você. Tome. Vista algumas das minhas roupas e veja o que acontece.

Então, a Verdade pôs algumas das lindas vestes da Parábola, e, de repente, por toda parte onde passava era bem-vinda e festejada.

Os seres humanos não gostam de encarar a Verdade sem adornos. Eles preferem-na disfarçada.

Autor:  Conto Judaico

Um dia, a Verdade decidiu visitar os homens, sem roupas e sem adornos, tão nua como seu próprio nome.

E todos que a viam lhe viravam as costas de vergonha ou de medo, e ninguém lhe dava as boas-vindas.

Assim, a Verdade percorria os confins da Terra, criticada, rejeitada e desprezada.

Uma tarde, muito desconsolada e triste, encontrou a Parábola, que passeava alegremente, trajando um belo vestido e muito elegante.

Verdade, por que você está tão abatida? — perguntou a Parábola.

Porque devo ser muito feia e antipática, já que os homens me evitam tanto! — respondeu a amargurada Parábola.

Que disparate! — Sorriu a Parábola. — Não é por isso que os homens evitam você. Tome. Vista algumas das minhas roupas e veja o que acontece.

Então, a Verdade pôs algumas das lindas vestes da Parábola, e, de repente, por toda parte onde passava era bem-vinda e festejada.

*


Os seres humanos não gostam de encarar a Verdade sem adornos. Eles preferem-na disfarçada.

Eu Sumi?

março 1, 2010 por Adilson Costa  
Arquivado em Destaques, Poesias

sumi
Sim eu sumi,
sumi como uma fumaça
que some em meio ao vento,
sumi porque na tua presença,
não consigo me controlar,
sumi porque só faço besteiras ao seu lado,
sumi porque não consigo me expressar,
minhas palavras somente se espalham pelo papel,
na sua frente a boca se cala.

Sumi covardemente.
É covardemente, precisava ser resgatado
de minha insanidade, mas não dei chance,
não pude estender minha mão, fui covarde.

Mas meu sumiço,
não é eterno, e você sabe quem sou, do que sou
capaz, sabe que sou assim, louco, um louco total,
um louco por ti.

É eu sumi,
mas quero que tenha certeza, que logo logo,
bem breve mesmo, tu me verás novamente,
mas dessa vez com outros olhos, me verás de uma
forma diferente, e não mais precisarei de poesias,
ou de rimas para me expressar, pois minhas atitudes
serão a chave, não deixarei de ser louco, pois isso
faz parte de mim, isso é o tempero de minha vida.
Eu sumi mas logo logo irei aparecer e dessa
vez será para sempre.

Por: Adilson Costa

O melhor de todos

azalaeis

Meu dia começou a azedar quando vi meu menino de seis anos com um galho cheio de minhas azaléas.

- Posso levar estas flores para a escola? Ele pediu. Com um aceno de mão, eu o mandei para fora. Me virei para que ele não percebesse as lágrimas em meus olhos. Eu adoro aquela azaléa. Eu toquei no galho quebrado como que a dizer-lhe silenciosamente,

- Sinto muito. Para complicar um pouco mais o meu dia, a máquina de lavar quebrou e quando Jonathan perguntou o que eu faria para o almoço, percebi que estava com a geladeira vazia e não tinha muitas opções. Dias como este me fazem querer parar e desistir de tudo. Eu apenas queria fugir até as montanhas, me esconder em uma caverna e nunca mais colocar a cara para fora. De algum modo eu consegui arrastar a roupa molhada até o tanque. Eu passei a maior parte do dia lavando roupa e pensando em como o amor tinha desaparecido de minha vida. Quando eu terminei de pendurar a última das camisas de meu marido, olhei o relógio: duas e meia. Eu estava atrasada.

A aula de Jonathan terminava às 2:15. Fui correndo para a escola. Ofegante, bati na porta da sala e olhei através do vidro. A professora fez sinal para que eu esperasse. Ela disse algo a Jonathan e entregou para ele e para outras duas crianças, lápis de cera e uma folha de papel. O que virá agora? Eu pensei quando, através da porta, ela pediu que eu entrasse na sala.

- Quero lhe falar sobre o Jonathan. Ela disse. Me preparei para o pior. Nada mais me surpreenderia naquele dia.

- Você sabe das flores trazidas por Jonathan à escola hoje? Ela perguntou. Eu respondi que sim, lembrando de meu arbusto favorito e tentando esconder a mágoa em meus olhos. Eu olhei de relance para meu filho que estava ocupado colorindo um desenho. Seu cabelo ondulado estava muito comprido e caía em sua testa. Seus olhos azuis brilhavam enquanto admirava sua obra.

- Deixe-me contar sobre o que aconteceu ontem, a professora continuou. Está vendo aquela menina? Eu olhei para a menina que ria divertida, apontando um desenho na parede e assenti.

- Bem, ontem estava quase histérica. Seus pais estão atravessando um momento muito difícil, estão se divorciando. Ela disse que não queria mais viver. E disse bem alto, com o rosto escondido entre as mãozinhas, para toda a sala ouvir: “ninguém me ama”. Eu fiz tudo o que pude para consolar, mas parecia que nada mais importava.

- Eu achei que você queria me falar sobre Jonathan. Eu interrompi.

- Eu vou, ela disse. Hoje seu filho entrou e foi direto até ela. Ele entregou a ela algumas bonitas flores e sussurrou “eu te amo”. Senti meu coração inchar-se de orgulho com o que meu filho tinha feito. Eu sorri para a professora.

- Obrigada, eu disse, puxando Jonathan pela mão. – Você salvou o meu dia. Mais tarde, eu arrancava ervas daninhas em torno de meu desequilibrado arbusto de azaléa. Pensando no amor que Jonathan demonstrou pela menina, um verso bíblico me veio à memória: “… estes três permanecem: a fé, a esperança e o amor. Mas o maior de todos é o amor.”

Enquanto meu filho tinha colocado o amor na prática, eu tinha apenas sentido raiva. Eu ouvi o barulho familiar do carro de meu marido entrando na garagem. Eu arranquei um pequeno galho de azaléas e corri até ele. Eu senti a semente do amor que Deus plantou em minha família recomeçar a florescer em mim. Meu marido arregalou os olhos de surpresa quando eu lhe entreguei as flores e disse, – Eu te amo

Autora:

Nanette Thorsen-Snipes

A construção do navio

navio
A construção de um navio parece com a formação das pessoas. Durante a gestação o casco é construído, até que somos lançados ao mar. A maior parte de um navio é colocada depois, como acontece com a gente.

Camarotes, porões, motores, pinturas, enfeites são acrescentados durante a infância e adolescência, até o navio ficar pronto para a primeira viagem. Um navio fica pronto quando sai do estaleiro, mas com a gente é diferente – e este é o desafio de cada um, pois crescemos todo dia e nunca ficamos prontos.

Apesar disso é preciso partir…. Mas nem todos têm a coragem de ir e continuam atracados ao cais, julgando-se incapazes de navegar sozinhos. Algumas pessoas são obrigadas a zarpar, já que os encargos de segurança do porto tornam-se pesados demais e, às vezes, perdem um tempo precioso da viagem revoltadas e lamentando-se por tudo isso…. mas nem todo mundo é assim….

Alguns mal o dia amanhece, já partiram. Parecem muito ocupados e logo somem no horizonte. Desde cedo sabem o que querem e têm pressa de viver. Outros navios também saem logo que podem, mas ficam dando voltas e mais voltas sem chegar a lugar algum. Acabam navegando só para comprar mais combustível todo dia, e o que ganham mal dá para a reforma do casco…

Os maiores desperdiçadores de seus próprios recursos são aqueles que não sabem o que querem… e o pior é que, quando a gente não sabe direito o que espera do rumo que está tomando ou nem se tem um rumo, não pode corrigir a rota se estiver no caminho errado… nós somos os maiores responsáveis pelas tempestades que não conseguimos evitar.

Já outras pessoas deixam de navegar milhares de milhas para se conformarem com umas poucas centenas, porque tem medo de atrair ventos contrários ou então querem agradar ou impressionar alguém…. a gente não deve aceitar isso, pois significa concordar em ser menos do que pode ser. Todo dia é dia de evolução e aprendizado e, como a lua cheia, quando paramos de crescer, começamos a diminuir.

Então a primeira coisa a fazer é tornar-se comandante de si próprio e isso equivale a pensar com a própria cabeça, ser timão e timoneiro, assumindo riscos pelos erros, pois só erram os que tem a coragem para ousar e, se caírem, levantar e tentar de novo-sempre… pois ninguém sabe nossa autonomia no mar, nossa capacidade de carga, ou a que velocidade podemos singrar as águas dos oceanos, sejam azuis ou escuras.

Ninguém nos conhece melhor que nos mesmos e, por mais que digam o que temos – ou não temos – que fazer, ninguém pode viver a vida no nosso lugar. Outras pessoas, ainda, vivem frustradas e infelizes porque não conseguem ter as mesmas coisas que viram em outro navio. Algumas também vivem furiosas quando alguma coisa ou alguém não age ou sai como gostariam. O amor a si próprio e ao próximo é um exercício diário para saber a diferença entre o que precisa ser mudado e o que devemos aceitar como é.

Muita gente tem preferido impor suas idéias e opiniões em vez de escutar o outro; ficar revoltada com o mundo, em vez de admirar a vida, pois não sabem o que é amar. E tem viajantes que pensam no amor como algo a ser obtido, como se fosse um objeto e não como uma arte que precisa ser aprendida. Alguns acabam confundindo o amor, Deus ou a felicidade com o significado de suas rotas, e vivem frustradas navegando atrás do que não conseguem alcançar – e até desistem no meio do caminho, desalentados, achando que a vida não vale a pena, que Deus não existe e felicidade e amor são balelas… mas Deus, felicidade, amor, bondade não são lugares ou coisas que possam ser possuídos.

A primeira coisa a fazer para quem quer encontrar estes bens é não procurar! Quando procuramos o que não é um lugar ou objeto, e que muito menos está escondido, quem fica perdido somos nós mesmos. Mas quando não procuramos, porque não pode ser encontrado fora de nós, descobrimos que o que tanto queremos – Deus, felicidade, paz – habita camarotes no coração do nosso próprio navio… e tem pessoas tão preocupadas em procurar do lado de fora que até se esquecem de olhar por dentro!…

Não existe navio que não tem passado por tempestades e muitos afundam por não saberem evitá-las, por falta de comunicação ou por acharem que não precisam dos outros. Somos fortes quando unidos. Juntos somos tão grandes e poderosos quanto a onda mais forte e ameaçadora. Perdoar as falhas e limitações de nossos semelhantes é muito mais que amor ou virtude – é questão de inteligência e sobrevivência… pois a única coisa que possuímos de verdade é a necessidade do outro.

Mas não existe tempestades que durem para sempre, assim como os dias de sol também não são permanentes. Dor e frustrações muitas vezes são resultado de querermos perpetuar momentos de prazer, bem-estar, alegria, que por si só são efêmeros e com que facilidade esquecemos que nada é eterno – a não ser o próprio movimento – e que, por isso, momentos de alegria se alternam com momentos de tristeza, dor se alterna com prazer, fome com saciedade, doença com saúde – um sempre dando lugar ao outro.

Quando a gente pára de tentar lutar contra isso e se abandona nesse jogo delicioso da vida, descobrimos que, acima de tudo, a vida vale a pena ser vivida intensamente

Autor Desconhecido

Os vendavais de Minha vida

tempestade2

Minha vida esta sofrendo uma mistura de um tufão
com um ciclone tropical,
perco-me arrastado pelas montanhas da ilusão,
ou encontro-me após um forte temporal.

A lama das inundações me sufocam,
e minhas forças são poucas para suportar,
as cores de meus sonhos se desbotam,
com essa ventania perdi o desejo de sonhar.

São ventos fortes batendo de todos os lados,
sinto falta de um apoio, um ombro, uma ajuda,
a escuridão deixou-me cego, perdi todos os caminhos,
e não posso perder o controle de minha vida.

Ouço falar que temporais são passageiros,
quando passarem podemos reconstruir ou consertar,
tenho receio, tenho medo, de não ficar inteiro,
e que a esperança vá em outro canto morar.

Por: Adilson Costa

Minha Mãe

fevereiro 11, 2010 por Adilson Costa  
Arquivado em Destaques, Poesias, Reflita Comigo

mae

Como é bom recordar.
Como é triste não te ver.
Como é bom saber que existiu.
Uma mulher assim.
Suas palavras a entoar.
Conselhos de como viver.
E na tempestade não desistiu.
Dando um rumo para mim.

Minha Mãe tu foste para não voltar.
Se eu pudesse fazer seu coração bater.
Daria o meu a ti sem pensar.

Mulher firme, corajosa e decidida.
Viveu para criar seus filhos
Penso que foi o prazer da sua vida

Choro ao lembrar de ti Minha Mãe.
Sorrio ao lembrar de ti Mamãe.
Como aprendi contigo.
Fui mais que filho.
Fui seu amigo.

Hoje anos se foram desde sua partida.
Sinto viva sua presença.
Sinto nítida sua voz.
Tu és um espelho em minha vida.
Pois tu sorrias mesmo na dor.
Fazia isso para que o filho não a visse chorar.
Isso é a maior prova de Amor.

Obrigado Minha Mãe por tu ter existido.
Obrigado a DEUS por permitir algo assim
Posso hoje não ser um exemplo de Ser Humano.
Cometo muitos enganos.
Tenho até pensamentos insanos.
Mas minha Mãe Tereza não teve um fim.
Ela está em minha alma dia a dia.
Está em meu coração a cada momento.
Algo que não se apaga com o tempo.
Isso é algo que DEUS deu para mim.

Por:
Adilson Costa em homenagem à Tereza Bernardo da Costa

Febre de Amor

fevereiro 11, 2010 por Adilson Costa  
Arquivado em Destaques, Poesias

febre
Cada encontro, cada olhar,
nossos corpos queimam de desejo.
Seria uma doença?
Seria um vírus que nos contaminou?
E nosso beijo?
Ele queima, ele arrepia,
se isso for doença não quero me curar,
quero mais e mais adoecer,
quero mais e mais me entregar,
deixe o coração virar brasa,
deixe nossos corpos vibrarem,
esse é o nosso momento.

Não há termômetro que possa aferir
a temperatura desse AMOR,
não há ciência que possa explicar
a fonte desse calor.

Existem muitas palavras escritas
sobre essa febre sentimental,
alguns se inspiram em livros,
outros em sonhos,
outros jamais serão inspirados,
mas poucos tem o privilégio
de ser contaminado com essa ‘doença’
Poucos tem a honra de sentir essa febre.

Um vírus como esse não se busca,
ele não pode ser engarrafado,
ele não pode ser repassado,
ele aparece talvez pelas mãos do destino,
pelas asas de uma BORBOLETA
ou quem sabe pela flecha de um anjo,

não importa,
pouco importa de onde veio.
Quem sentir essa febre é mais feliz,
é mais alegre,
é mais emotivo,
é mais Humano,
somos seres de pura emoção,
onde às vezes devemos esquecer a razão.
Somente assim viveremos mais intensamente
essa pequena passagem nesse planeta.

Abra seu coração,
chore olhando para você mesmo(a) no espelho,
deixe a energia de seu corpo ser sentida pelas
pessoas que você ama,
se não tiver ninguém para amar,
me desculpe pois, sua vida não tem sentido,
estás a viver uma pobre vida,
acorde agora,
olhe para dentro de si,
se ame e deixe as pessoas te amarem,
tenha certeza que a Febre do Amor
irá até você,
e você será um feliz ‘doente’ de AMOR

Por: Adilson Costa

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