Amei, Amo e sempre Amarei
março 8, 2010 por Adilson Costa
Arquivado em Destaques, Poesias

Amei a ti como o último suspiro de um moribundo,
amei como um fogo de um vulcão em erupção,
dei a ti minha essência, minha vida, meu mundo,
entornei em sua vida todas as minhas qualidades,
me prostrei em seus pés como um escravo,
participei de seus sonhos, suas angustias e suas dores,
te conduzi ao sorrir, ao sonhar,
sonhei seus sonhos, chorei suas lágrimas, sorri teus sorrisos,
repartimos nossas fantasias, nossos desejos,
mesmo no calor tremíamos juntos de paixão,
mesmo nos momentos difíceis lhe dava minhas mãos,
hoje estou só, vivo só, ando só,
minhas noites são frias,
mas é um frio de solidão,
hoje eu tremo,
mas tremo de medo.
Amei a ti mais que a mim mesmo,
errei mais de uma vez,
sou culpado e entendo que mereço minha punição,
escreva em seu coração,
que te Amei ontem,
te Amo hoje,
e te Amarei para sempre.
Autor: Adilson Costa
O espelho do Desprezo
março 4, 2010 por Adilson Costa
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Imponha suas regras,
coloque suas próprias leis,
sinta-se a dona do mundo,
apague meus sonhos,
mas não adianta me pisar,
o desprezo é um espelho,
onde o reflexo é a faca
que se encrava em seu peito.
Outrora terás a chance de pisar em meus dedos,
de passares sobre o pontilhão das lembranças,
e lá poderá me ver maltrapilho acolhido sobre
a sombra do desprezo e do arrependimento,
um moribundo atirado ao relento.
Se tiveres ainda um suspiro de lembrança,
poderá então escolher entre pisar
em meu corpo castigado pela indecisão,
ou dar-me o acolhimento da compaixão,
onde pedireis de joelhos que me
deixe ter a chance de curar as feridas do desprezo,
a única promessa a ser feita é a de que não prometerei
nada.
Simplesmente te darei o melhor de MIM como fiz até hoje.
Auto: Adilson Costa
Eu Sumi?
março 1, 2010 por Adilson Costa
Arquivado em Destaques, Poesias

Sim eu sumi,
sumi como uma fumaça
que some em meio ao vento,
sumi porque na tua presença,
não consigo me controlar,
sumi porque só faço besteiras ao seu lado,
sumi porque não consigo me expressar,
minhas palavras somente se espalham pelo papel,
na sua frente a boca se cala.
Sumi covardemente.
É covardemente, precisava ser resgatado
de minha insanidade, mas não dei chance,
não pude estender minha mão, fui covarde.
Mas meu sumiço,
não é eterno, e você sabe quem sou, do que sou
capaz, sabe que sou assim, louco, um louco total,
um louco por ti.
É eu sumi,
mas quero que tenha certeza, que logo logo,
bem breve mesmo, tu me verás novamente,
mas dessa vez com outros olhos, me verás de uma
forma diferente, e não mais precisarei de poesias,
ou de rimas para me expressar, pois minhas atitudes
serão a chave, não deixarei de ser louco, pois isso
faz parte de mim, isso é o tempero de minha vida.
Eu sumi mas logo logo irei aparecer e dessa
vez será para sempre.
Por: Adilson Costa
Os vendavais de Minha vida
fevereiro 17, 2010 por Adilson Costa
Arquivado em Destaques, Poesias
Minha vida esta sofrendo uma mistura de um tufão
com um ciclone tropical,
perco-me arrastado pelas montanhas da ilusão,
ou encontro-me após um forte temporal.
A lama das inundações me sufocam,
e minhas forças são poucas para suportar,
as cores de meus sonhos se desbotam,
com essa ventania perdi o desejo de sonhar.
São ventos fortes batendo de todos os lados,
sinto falta de um apoio, um ombro, uma ajuda,
a escuridão deixou-me cego, perdi todos os caminhos,
e não posso perder o controle de minha vida.
Ouço falar que temporais são passageiros,
quando passarem podemos reconstruir ou consertar,
tenho receio, tenho medo, de não ficar inteiro,
e que a esperança vá em outro canto morar.
Por: Adilson Costa
Minha Mãe
fevereiro 11, 2010 por Adilson Costa
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Como é bom recordar.
Como é triste não te ver.
Como é bom saber que existiu.
Uma mulher assim.
Suas palavras a entoar.
Conselhos de como viver.
E na tempestade não desistiu.
Dando um rumo para mim.
Minha Mãe tu foste para não voltar.
Se eu pudesse fazer seu coração bater.
Daria o meu a ti sem pensar.
Mulher firme, corajosa e decidida.
Viveu para criar seus filhos
Penso que foi o prazer da sua vida
Choro ao lembrar de ti Minha Mãe.
Sorrio ao lembrar de ti Mamãe.
Como aprendi contigo.
Fui mais que filho.
Fui seu amigo.
Hoje anos se foram desde sua partida.
Sinto viva sua presença.
Sinto nítida sua voz.
Tu és um espelho em minha vida.
Pois tu sorrias mesmo na dor.
Fazia isso para que o filho não a visse chorar.
Isso é a maior prova de Amor.
Obrigado Minha Mãe por tu ter existido.
Obrigado a DEUS por permitir algo assim
Posso hoje não ser um exemplo de Ser Humano.
Cometo muitos enganos.
Tenho até pensamentos insanos.
Mas minha Mãe Tereza não teve um fim.
Ela está em minha alma dia a dia.
Está em meu coração a cada momento.
Algo que não se apaga com o tempo.
Isso é algo que DEUS deu para mim.
Por:
Adilson Costa em homenagem à Tereza Bernardo da Costa
Febre de Amor
fevereiro 11, 2010 por Adilson Costa
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Cada encontro, cada olhar,
nossos corpos queimam de desejo.
Seria uma doença?
Seria um vírus que nos contaminou?
E nosso beijo?
Ele queima, ele arrepia,
se isso for doença não quero me curar,
quero mais e mais adoecer,
quero mais e mais me entregar,
deixe o coração virar brasa,
deixe nossos corpos vibrarem,
esse é o nosso momento.
Não há termômetro que possa aferir
a temperatura desse AMOR,
não há ciência que possa explicar
a fonte desse calor.
Existem muitas palavras escritas
sobre essa febre sentimental,
alguns se inspiram em livros,
outros em sonhos,
outros jamais serão inspirados,
mas poucos tem o privilégio
de ser contaminado com essa ‘doença’
Poucos tem a honra de sentir essa febre.
Um vírus como esse não se busca,
ele não pode ser engarrafado,
ele não pode ser repassado,
ele aparece talvez pelas mãos do destino,
pelas asas de uma BORBOLETA
ou quem sabe pela flecha de um anjo,
não importa,
pouco importa de onde veio.
Quem sentir essa febre é mais feliz,
é mais alegre,
é mais emotivo,
é mais Humano,
somos seres de pura emoção,
onde às vezes devemos esquecer a razão.
Somente assim viveremos mais intensamente
essa pequena passagem nesse planeta.
Abra seu coração,
chore olhando para você mesmo(a) no espelho,
deixe a energia de seu corpo ser sentida pelas
pessoas que você ama,
se não tiver ninguém para amar,
me desculpe pois, sua vida não tem sentido,
estás a viver uma pobre vida,
acorde agora,
olhe para dentro de si,
se ame e deixe as pessoas te amarem,
tenha certeza que a Febre do Amor
irá até você,
e você será um feliz ‘doente’ de AMOR
Por: Adilson Costa
Me Desculpe
fevereiro 11, 2010 por Adilson Costa
Arquivado em Destaques, Poesias

Parei de transar com meus pensamentos,
comecei a tocar a vergonha de minha alma,
parei de fitar olhos com a falta de sentimentos,
parei de entristecer-me após aliviar-me,
comecei almejar meu espaço, meu trono,
fui à floresta caçar a felicidade,
encontrei-a na cúpula, bem no alto, joguei a rede
de minha verdade, abri minha vida e o coração,
caminhamos lado a lado em busca da saída,
em busca do nosso futuro,
dia claro ou dia escuro,
construímos una linha, uma meta,
a estrada estava conturbada,
muitas pedras no caminho,
muitas invejas sendo lançadas,
e quando pensei ter baixado meu trem de pouso,
cometi um erro de trajetória,
a espaçonave na qual eu guiava bateu nas rochas,
muitos feridos, muito choro, muita dor,
falha minha, falha minha,
sinto vergonha de te pedir mais uma coisa,
me desculpe.
Autor: Adilson Costa
A Prisão
fevereiro 8, 2010 por Adilson Costa
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Na planície da liberdade existe uma prisão.
Essa prisão não tem grades,
as celas são infinitas, as paredes são invisíveis,
a calmaria das noites trazem dores consigo,
o silêncio impera em todos os ângulos,
e transforma esse silêncio em uma faca cortante,
que corta a alma dos condenados,
gritos de socorro não conseguem escapar,
apesar dos esforços, a única coisa a fazer é sofrer,
sofrer em silêncio, pois as vozes são sufocadas
pela incompreensão.
Quem habita essa prisão,
errou em escolhas,
errou em não escolher,
ou não errou em nada.
São condenados, aprisionados na ilusão de um sonho,
são condenados sufocados pela angustia,
que irão morrer nesse silêncio,
morrerão solitários,
afogados em suas próprias lágrimas.
Por: Adilson Costa
Te Odeio
fevereiro 1, 2010 por Adilson Costa
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Te odeio com a força de uma pluma,
te odeio sim te odeio muito,
te odeio tanto que evito pensar,
mas não consigo evitar pensar em você.
E o porque imagino que te odeio?
Te odeio por ter me feito Amar de verdade,
te odeio por ter me feito Homem de verdade,
te odeio por ser tão perfeita em minha vida,
te odeio por ter me dado esperança,
te odeio por ter me dado razão para viver,
te odeio por não me abandonar,
te odeio, ah como eu te odeio.
Te odeio tanto que a tinta dessas escritas borraram,
pelas lágrimas de ódio que rolam de meus olhos,
são lágrimas de ódio, mas esse ódio não é de você,
tenho ódio de mim,
tenho ódio de minhas atitudes,
tenho ódio de minha covardia,
tenho ódio de ser assim,
tenho ódio por não ter você,
tenho ódio de mim,
de mim.
Autor: Adilson Costa
Palavras do Coração – Parte 01
fevereiro 1, 2010 por Adilson Costa
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Meu coração é a mistura do desespero e a tranqüilidade,
é o seu suspiro distante que ainda me encanta ao lembrar,
é o tom de uma melodia de Amor,
é a poesia que encanta,
é o silêncio da solidão que me invade
é o som de um trovão que avisa a chegada da chuva,
meu coração é o compasso das batidas,
batidas essas fracas,
batidas essas que se entristecem,
batidas essa que ao findar morrerei.
São essas batidas que me acompanham dia e noite,
cada batida lembro de ti,
cada batida sinto a ti,
poucas batidas me restam,
poucos suspiros me faltam,
sua partida será o fim,
pois as batidas hoje fracas,
estão fracas por sangrar,
estão fracas pela vida que não tive,
esse coração que dizia ser forte,
vai parar a qualquer momento,
restarão apenas os momentos,
e algumas palavras espalhadas,
palavras sinceras,
verdadeiras,
palavras do Coração.
Por: Adilson Costa








