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A capital venezuelana Caracas e diversas regiões do país foram atingidas por uma série de explosões durante a madrugada deste sábado, em meio a relatos de sobrevoos de aeronaves e intensificação de operações militares. Moradores relataram pelo menos sete grandes detonações e imagens de aviões a baixa altitude, provocando pânico e apagões em vários bairros.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou em sua página na rede social Truth Social que forças americanas realizaram um “ataque de grande escala” contra a Venezuela nas primeiras horas do dia. Segundo ele, a operação foi “bem-sucedida” e teria como alvo diversas infraestruturas civis e militares no país.
Segundo Trump, o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados e retirados da Venezuela por via aérea durante a ofensiva, embora não tenha sido divulgada a localização onde estariam nem a base legal para a ação.
O governo venezuelano reagiu de forma enfática, qualificando os ataques como uma gravíssima agressão militar” e uma violação da Carta das Nações Unidas, chamando a ação de imperialista e uma ameaça à paz regional. Caracas destacou que alvos civis e militares foram atingidos, incluindo bases e infraestrutura estratégica, e denunciou que o objetivo seria forçar uma mudança de regime e controlar recursos naturais do país, como petróleo e minerais.
Em resposta à ofensiva, Maduro decretou estado de emergência nacional e convocou a população e as forças políticas para ativar planos de mobilização e defesa. Autoridades venezuelanas pediram apoio de governos da América Latina, Caribe e da comunidade internacional para condenar o ataque.
A situação provocou grande preocupação diplomática na região. Países vizinhos como Colômbia e Cuba condenaram os ataques, exigindo uma resposta internacional urgente e destacando os riscos à ordem regional.
Até o momento, não há confirmação oficial independente dos detalhes da operação americana, nem dados precisos sobre vítimas ou danos, e a comunidade internacional monitora de perto os desdobramentos. A escalada representa uma das mais profundas crises entre os EUA e a Venezuela em décadas.