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Sexta, 01 Agosto 2025 08:54

Festival leva arte, cultura e ciência ao Palácio Capanema

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Palácio Capanema, ícone do modernismo brasileiro Palácio Capanema, ícone do modernismo brasileiro Foto: Divulgação Casa da Moeda

Após quase sete anos fechado para reformas, edifício modernista reaberto em maio terá três dias de atrações gratuitas e visitas guiadas

Depois de quase sete anos fechado para reformas, o icônico Palácio Gustavo Capanema reabre suas portas para a primeira edição do Festival de Arte e Cultura do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), entre os dias 7 e 9 de agosto. O edifício, um dos maiores símbolos da arquitetura modernista no país, receberá uma programação intensa das 9h às 20h30, com mais de 100 atividades gratuitas, entre apresentações artísticas, rodas de conversa, oficinas, exposições e performances.

Um dos destaques do evento será a exibição de um documentário sobre a inauguração do Palácio, projetado por Lucio Costa, Oscar Niemeyer, Affonso Eduardo Reidy, Burle Marx e Le Corbusier. A programação inclui ainda 14 exposições de artes plásticas e visuais, além de 20 oficinas culturais. O público também poderá conhecer o trabalho do Lab Móvel, com demonstrações de técnicas científicas utilizadas na identificação de falsificações em obras de arte. O encerramento terá clima festivo, com baile charme e show do cantor Moyseis Marques.

Visitas guiadas

A partir do dia 7, o prédio da década de 1940, que já abrigou o Ministério da Educação e Cultura, também passa a oferecer visitas guiadas gratuitas. A experiência será conduzida por estudantes da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ (FAU/UFRJ), com mediação de professores do Laboratório de Narrativas em Arquitetura (Laba). Durante o percurso, o visitante poderá vivenciar os detalhes do projeto arquitetônico e explorar os interiores do edifício, que ficaram inacessíveis por mais de uma década.

A reabertura do Palácio Capanema com um festival tão abrangente marca não só a recuperação de um importante patrimônio histórico, como também seu retorno ao convívio da cidade. Ao reunir arte, ciência, educação, e memória, o evento propõe uma reocupação simbólica e afetiva do espaço, celebrando a diversidade cultural, e o legado modernista brasileiro.

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