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Terça, 07 Outubro 2025 19:31

Academia Mato-grossense de Letras realiza 9ª edição do projeto Casa Aberta nesta quinta-feira (9)

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A Academia Mato-grossense de Letras (AML) realiza, nesta quinta-feira (9.10), das 18h às 22h, a 9ª edição do projeto Casa Aberta, com o tema "Memórias e Miragens: Mulheres que gestam o mundo que sonhamos".

Com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), a iniciativa traz diferentes atividades baseadas, principalmente, na literatura e seus desdobramentos. A entrada é gratuita.

A “Instalação artística – sopa de letrinhas”, inicia a programação com espaço para escrita dos convidados. A partir das 19h30 ocorre o “Papo Acadêmico”, com a presença de mulheres que ocupam cadeiras da AML.

Mediada pelo jornalista Lorenzo Falcão, a conversa traz as acadêmicas Elizabeth Madureira Siqueira (cadeira 29) e Anna Maria Ribeiro Moreira da Costa (cadeira 32) discorrendo sobre assuntos distintos.

A programação prossegue com a apresentação musical do flautista Leonnid Paniago, que interpretará “Syrinx", composição do francês Claude Debussy (1862-1918), um dos músicos contemporâneos mais destacados no cenário mundial. A peça para flauta é inspirada na mitologia grega.

A participação de um Dj e o microfone aberto fecham o evento. Durante a programação, há opções gastronômicas como a 'maria isabel' e cachorro quente, acompanhados por sucos e refrigerantes.

O projeto Casa Aberta é realizado sempre às segundas quintas-feiras de todos os meses, na sede da Academia Mato-grossense de Letras, localizada na Casa Barão, no Centro Histórico de Cuiabá.

Papo Acadêmico

Anna Maria Ribeiro Moreira da Costa vai explorar o tema "À deriva: a mulher que começou os estudos indígenas no Rio de Janeiro e entrou na Academia Mato-grossense de Letras". 

Já Elizabeth Madureira Siqueira irá explanar a respeito do acervo da AML, que será disponibilizado no meio digital

Anna é natural do Rio de Janeiro e se mudou para Cuiabá nos anos 1980. Durante mais de três décadas atuou na Fundação Nacional do Índio (Funai), onde coordenou projetos de educação indígena e conduziu importantes pesquisas etnográficas. Foi empossada na AML em julho deste ano. Sua formação acadêmica passou pela UFRJ, UFMT, UFPE e PUC-SP.

Elizabeth nasceu em Franca (SP) e se mudou para Cuiabá em 1975. Foi eleita para a AML em 1995. Sua formação acadêmica inclui passagens pela UNESP, UFMT e USP. Realizou e ainda realiza um intenso trabalho de pesquisa, especialmente, em nível de organização e democratização de acervos.

As duas também integram o Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso. 

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