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O governo federal anunciou a ampliação do programa Luz para Todos na Amazônia Legal, com o objetivo de levar energia elétrica a comunidades rurais e regiões isoladas. A medida foi oficializada nesta segunda-feira (11), por meio de decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A iniciativa busca acelerar a universalização do acesso à energia, promovendo inclusão social, geração de renda e desenvolvimento econômico em áreas de difícil acesso. O novo modelo também prioriza soluções sustentáveis e adequadas às características ambientais e culturais das comunidades amazônicas.

Entre os grupos prioritários estão famílias chefiadas por mulheres inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), pessoas com deficiência, idosos, beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC), além de indígenas, quilombolas, ribeirinhos, extrativistas e agricultores familiares.

O programa também prevê atendimento a estruturas coletivas essenciais, como sistemas de abastecimento de água, serviços de internet, centros de assistência social e unidades comunitárias voltadas à segurança alimentar.

Com a mudança, o prazo de execução do Luz para Todos em áreas rurais foi prorrogado até dezembro de 2028. O encerramento financeiro das ações está previsto para 2029.

Segundo o Ministério de Minas e Energia, o orçamento destinado ao programa em 2026 será de R$ 2,57 bilhões, com expectativa de beneficiar cerca de 122 mil famílias em todo o país.

O cenário político de Mato Grosso começa a ganhar novos nomes e movimentações visando as eleições de 2026. Entre eles, o nome de Pastor Senna vem chamando atenção pelo crescimento nas pesquisas e pela forte aceitação entre lideranças cristãs e setores conservadores do estado.

Pré-candidato a Deputado Federal, Pastor Senna tem sido apontado por diferentes institutos e analistas políticos como uma das novidades da próxima disputa eleitoral. Filiado ao PSDB, partido do inesquecível Dante de Oliveira, Pastor Senna destaca a importância de uma política com diálogo, responsabilidade social e compromisso com a população.

Sua atuação junto ao COMEC-MT, participação em eventos públicos, mobilizações cristãs e defesa de pautas ligadas à família, proteção da mulher e valorização da vida têm fortalecido sua imagem em várias regiões de Mato Grosso.

Recentemente, uma campanha voltada ao combate ao feminicídio e proteção das mulheres ganhou destaque nas redes sociais, reforçando propostas ligadas à segurança, justiça e apoio às famílias. O material divulgado apresenta compromissos como ampliação da proteção às mulheres, monitoramento de agressores, fortalecimento das medidas protetivas e investimentos em conscientização social.

Com o slogan “Fé no Mato Grosso”, Pastor Senna busca consolidar um projeto político baseado em princípios cristãos, diálogo com a população e participação ativa nas demandas sociais do estado.

Nos bastidores, lideranças políticas já acompanham o avanço do seu nome, principalmente entre o eleitorado evangélico e conservador, que cresce de forma significativa em Mato Grosso.

A expectativa é que os próximos meses sejam decisivos para a consolidação da pré-candidatura e ampliação de alianças rumo às eleições de 2026.

Um projeto de extensão do campus de Tangará da Serra da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) tem incentivado produtores rurais a produzir e comercializar flores tropicais como alternativa de renda.

No programa, estudantes, produtores rurais e profissionais da área desenvolvem atividades práticas, como o cultivo das espécies bastão-do-imperador, alpínia e helicônia, que servem de base para o ensino das técnicas de preparo do solo, produção de mudas, manejo e a colheita das flores.

O projeto Unidades Demonstrativas de Flores Tropicais: Canal de Transferência de Tecnologias e Fortalecimento da Agricultura Familiar no Estado de Mato Grosso é desenvolvido pela professora Celice Alexandre Silva, doutora em Botânica, e tem parceria da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

“É gratificante pra mim toda quarta-feira ir até o campo das flores e coletar algumas helicônias, alpínias e outros exemplares. Nessas idas ao campo que pude observar também alguns insetos, principalmente os polinizadores. Acredito que ter conhecimento sobre isso vai me ajudar muito na minha profissão”, destaca Yasmim Coelho, acadêmica do 2º semestre do curso de Agronomia e participante do  projeto.


 

A estudante de Agronomia Geisiane Nogueira, do 4º semestre, participa das atividades práticas do projeto no dia a dia e relata que o conhecimento que está adquirindo vai contribuir muito para a formação profissional. 

“Já participei de coleta, fiz limpeza nas áreas das flores, adubação, transplante e também a multiplicação de mudas, passando para outros vasos. As atividades estão agregando bastante nessa questão do conhecimento, principalmente na parte de botânica, que eu não conhecia tanto, e também ajuda a colocar na prática o que a gente aprende e quebra um pouco da rotina da faculdade”, afirma.

A professora Celice destaca que a iniciativa tem como foco principal o fortalecimento da agricultura familiar. Os participantes também vão em propriedades rurais para identificar produtores que tenham potencial para trabalhar com a floricultura. 

“O intuito do projeto é gerar uma alternativa de renda para o produtor de pequena escala. A gente oferece todo tipo de informação, de pesquisa, tratos culturais, colheita e pós-colheita, desde o plantio até a hora que ele comercializa, para ajudar esse produtor, que consegue ver como a planta cresce, como se desenvolve e o que pode esperar da produção. Por isso a unidade permite que ele acompanhe de perto cada etapa, o que faz diferença, porque quando ele vê acontecendo entende melhor e se sente mais seguro para investir”, explica.


 

“A floricultura não exige uma grande área para cultivos, não precisa de mão de obra mecanizada, é fácil de cultivar, é uma cultura bastante diversificada, existem espécies de helicônias e alpínias que podem ser usadas no paisagismo”, acrescenta Yasmin.

Eder Richardson, engenheiro agrônomo da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Tangará da Serra, falou sobre a importância da parceria que tem com a Unemat para o desenvolvimento das ações do projeto. “Essa colaboração ajuda na qualidade das pesquisas e na produção de mudas, gerando informações técnicas que são publicadas no Portal MT Horticultura e repassadas aos produtores”.

Capacitação e conteúdos

Com 14 anos de atividade, o projeto atualmente conta com a participação de cinco alunos de graduação, um estudante de mestrado, um de doutorado e um bolsista de apoio técnico, além de professores, técnicos e produtores rurais, envolvendo os cursos de Arquitetura e Urbanismo, Agronomia, Administração, Jornalismo e Biologia.

Durante as atividades são distribuídos materiais informativos, como cartilhas, que ajudam os produtores a aplicar o conhecimento no dia a dia. As cartilhas estão disponíveis no site MT Horticultura e podem ser acessadas clicando aqui.

Os casos de feminicídio continuam em alta em Mato Grosso. Nos primeiros meses de 2026, o Estado contabilizou 16 mulheres assassinadas em crimes motivados pela condição de gênero. A maioria das vítimas foi morta pelos próprios companheiros ou ex-companheiros, segundo levantamentos das autoridades de segurança.

Os números reforçam o cenário preocupante da violência doméstica no Estado, já que grande parte dos crimes ocorreu dentro das residências ou após episódios anteriores de ameaças, agressões físicas e perseguições. Em diversos casos, familiares relataram que as vítimas já viviam sob constante medo.

Especialistas destacam que o feminicídio costuma ser o estágio mais grave de um ciclo de violência que se inicia com abusos psicológicos, controle excessivo e agressões. A dependência emocional, o receio de denunciar e a falta de apoio acabam dificultando o rompimento dessas relações.

Diante do aumento dos casos, órgãos de proteção e segurança pública intensificaram campanhas de conscientização e reforçaram a importância das denúncias. Medidas protetivas, atendimento especializado e acolhimento às vítimas são apontados como ferramentas essenciais para prevenir novos crimes.

Entidades de defesa dos direitos das mulheres cobram investimentos em políticas públicas, fortalecimento da rede de apoio e ações educativas permanentes para combater a violência de gênero e reduzir os índices de feminicídio em Mato Grosso.

Com a chegada de uma frente fria, pessoas em situação de rua começaram a receber apoio por meio da distribuição de alimentos, cobertores e agasalhos em diferentes pontos da cidade. A iniciativa reúne equipes de assistência social, voluntários e entidades beneficentes preocupadas com a queda brusca da temperatura.

Durante as abordagens, além das refeições e itens de proteção contra o frio, também são oferecidas orientações sobre acolhimento em abrigos temporários e serviços de atendimento social. O objetivo é reduzir os riscos à saúde causados pelas baixas temperaturas, especialmente durante a madrugada.

As equipes intensificaram o trabalho nas áreas com maior concentração de pessoas em vulnerabilidade, levando bebidas quentes, kits de higiene e cobertores. Segundo os organizadores, a procura por ajuda aumenta sempre que há previsão de frio intenso.

A expectativa é de que o domingo seja marcado por ventos mais fortes e sensação térmica ainda mais baixa, o que acendeu o alerta entre os serviços de assistência. Por isso, campanhas de arrecadação de roupas e mantas também foram reforçadas para ampliar o suporte nos próximos dias.

A orientação é para que a população colabore informando casos de pessoas expostas ao frio nas ruas, permitindo que as equipes façam atendimento e encaminhamento aos locais de acolhimento.

O aumento das taxas de juros voltou a pressionar o orçamento das famílias brasileiras e reacendeu o debate sobre a necessidade de ampliação de programas de renegociação de dívidas, como o Novo Desenrola.

Com o crédito mais caro, muitos consumidores enfrentam dificuldades para manter pagamentos em dia, principalmente em despesas básicas e financiamentos. Especialistas apontam que o cenário de juros elevados reduz o poder de compra, dificulta o acesso ao crédito e amplia o risco de inadimplência.

Dados recentes mostram que milhões de brasileiros seguem endividados, mesmo após etapas anteriores do programa de renegociação. Entre os principais débitos estão contas de cartão de crédito, empréstimos pessoais e financiamentos.

Economistas avaliam que uma nova fase do Desenrola pode ajudar a aliviar parte da pressão financeira das famílias, oferecendo condições facilitadas para negociação, descontos e parcelamentos. No entanto, alertam que a solução definitiva depende da combinação entre queda dos juros, aumento da renda e maior controle dos gastos domésticos.

O cenário também preocupa o comércio e o setor de serviços, já que o endividamento elevado reduz o consumo e impacta diretamente a atividade econômica.

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) segue avançando na política de incentivo à participação estudantil na Rede Estadual. Atualmente, 518 escolas contam com grêmios estudantis ativos. O número corresponde a 82,22% das 630 unidades escolares da rede.

Reativados pela Seduc em 2021, os grêmios estudantis vêm apresentando crescimento contínuo anual na Rede Estadual. Ainda em 2025, a rede já contabilizava mais de 500 grêmios ativos, o que demonstra uma evolução contínua na adesão das escolas à iniciativa.

Presentes em unidades regulares, de tempo integral, cívico-militares, militares, quilombolas e indígenas, eles também contribuem diretamente para a melhoria do ambiente escolar e para o protagonismo dos estudantes.

A atuação dos jovens garante aos estudantes espaço de escuta, diálogo e participação nas decisões que impactam o cotidiano das unidades de ensino, consolidando os grêmios como instrumentos estratégicos para a promoção da gestão democrática e do protagonismo juvenil no ambiente escolar.

Desde a reativação, a Seduc tem intensificado ações voltadas à criação, à regularização e ao fortalecimento dos grêmios, contribuindo diretamente para o crescimento do número de unidades com representação estudantil organizada.

Além de representar os interesses dos estudantes, os grêmios desenvolvem ações pedagógicas, culturais, esportivas e sociais, contribuindo para o fortalecimento do vínculo entre alunos, professores e gestores. As iniciativas também impactam positivamente o clima escolar e o engajamento dos estudantes nas atividades educacionais.

De acordo com o coordenador dos Grêmios Estudantis da Seduc, Matheus Oliveira da Silva, o fortalecimento dos grêmios reflete uma política educacional que valoriza a participação ativa dos estudantes.

“Um grêmio estudantil mostra ao aluno que a voz dele importa. É nesse exercício de ouvir, propor e participar que muitos jovens começam a entender o valor da cidadania”, afirmou.

Uma frente fria deve provocar queda significativa nas temperaturas em Cuiabá neste fim de semana. Após dias de calor intenso, com máximas acima dos 35°C, a capital mato-grossense poderá registrar mínimas entre 13°C e 16°C entre domingo e segunda-feira.

A mudança no tempo ocorre por causa do avanço de uma massa de ar polar sobre a região Centro-Oeste, trazendo ventos frios, aumento da nebulosidade e sensação térmica mais baixa.

De acordo com a previsão:

  • No sábado, as temperaturas devem variar entre 23°C e 33°C;
  • No domingo, Dia das Mães, os termômetros podem marcar mínima entre 13°C e 15°C, com máxima de até 24°C;
  • Já na segunda-feira, Cuiabá poderá ter o dia mais frio do ano até agora, com mínima próxima de 13°C.

Meteorologistas alertam que a população deve se preparar para a mudança brusca no clima, especialmente durante as primeiras horas da manhã e à noite.

Muito antes do agro virar potência econômica em Mato Grosso, mulheres já ajudavam a construir o setor nos bastidores das fazendas, escritórios e propriedades rurais do estado. Entre planilhas, manejo de gado, lavoura e a criação dos filhos, muitas delas participaram diretamente da transformação da pecuária mato-grossense em uma das maiores do mundo.

É o caso da produtora rural Leane Altmann, de Nova Mutum, que chegou a Mato Grosso no fim da década de 1980 ao lado do marido em busca de oportunidades no interior do estado. Recém-formada e casada há pouco tempo, ela trocou o Sul do país por uma região que ainda começava a se desenvolver economicamente.

Inicialmente atuando apenas na agricultura, o casal passou a investir também na pecuária após adquirir uma propriedade rural com aptidão para criação de gado. Desde então, a atividade passou a fazer parte da rotina da família.

Hoje, além das áreas agrícolas em Nova Mutum, a família também mantém uma propriedade voltada exclusivamente à pecuária em Santa Rita do Trivelato. Ao longo da trajetória, Leane conciliou maternidade, administração rural e participação ativa em entidades do setor.

“Na época em que as crianças eram pequenas, eu fiquei mais na parte burocrática e também fui presidente do Sindicato Rural de Nova Mutum. Meu marido cuidava mais da fazenda da porteira para dentro”, conta.

Com o crescimento dos filhos, a produtora passou a assumir também a gestão de propriedades agrícolas, enquanto o casal dividia a administração dos negócios da família.

Apesar da forte ligação com o agro, Leane afirma que nunca pressionou os filhos a seguirem o mesmo caminho. Ainda assim, dois deles já atuam diretamente nas atividades da família e o caçula avalia permanecer no setor. “Eu não imaginava que teria os três meninos na sucessão. Hoje vejo meus filhos com orgulho da atividade e isso me deixa muito satisfeita como mãe”.

Para ela, uma das principais mudanças das últimas décadas foi justamente a valorização da atividade agropecuária e da figura do produtor rural. “Hoje a agropecuária tem muita tecnologia. O produtor se valorizou e a família também passou a valorizar essa atividade. Isso ajuda a manter as novas gerações no campo”.

Além da sucessão familiar, a produtora destaca os desafios econômicos enfrentados pelo setor, marcado por oscilações de mercado, custos elevados e necessidade constante de adaptação. “Eu trabalho com agropecuária por opção. É uma atividade econômica que precisa dar resultado, mas também me traz satisfação pessoal”.

A diretora executiva do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Paula Sodré Queiroz, destaca que a presença feminina tem ganhado cada vez mais força na pecuária mato-grossense, tanto na gestão das propriedades quanto na adoção de práticas sustentáveis e modernas.

"A mulher pecuarista de Mato Grosso hoje não é apenas coadjuvante, ela planeja, ela decide, ela sustenta famílias e negócios, sendo uma das grandes forças do nosso agro”, afirma Paula.

Ela ressalta ainda que histórias como a de Leane representam uma geração de mulheres que ajudou a consolidar Mato Grosso como referência nacional na produção de alimentos. “Neste Dia das Mães, é importante reconhecer essas mulheres que não apenas ajudaram a construir famílias, mas também participaram da construção da pecuária do estado”.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, determinaram que ministros dos dois países apresentem, em até 30 dias, uma proposta para solucionar o impasse envolvendo tarifas comerciais e investigações sobre exportações brasileiras. A decisão foi tomada após reunião bilateral realizada na Casa Branca, em Washington.

Segundo Lula, será criado um grupo de trabalho entre os ministérios do Comércio dos dois governos para negociar os pontos de conflito. O presidente brasileiro afirmou que “quem estiver errado vai ceder”, indicando disposição para um acordo entre as partes.

Os Estados Unidos investigam o Brasil com base na chamada Seção 301 da Lei de Comércio norte-americana, alegando práticas de concorrência desleal relacionadas ao Pix, tarifas sobre etanol, desmatamento ilegal e proteção de propriedade intelectual. O governo brasileiro, porém, considera a medida unilateral e incompatível com as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC).

O encontro entre Lula e Trump durou mais de três horas e também abordou temas como cooperação no combate ao crime organizado e ampliação das relações comerciais entre os dois países. Trump classificou a conversa como “muito boa” e afirmou que novas reuniões entre representantes das duas nações já estão previstas.

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